…Seguia-o grande massa de povo e mulheres que batiam no peito e se lamentavam por Ele. Mas Jesus voltou-Se para elas e disse-lhes:
Mulheres de Jerusalém, não choreis por Mim; chorai antes por vós mesmas e pelos vossos filhos. Pois dias virão em que se dirá: “Felizes as estéreis, as entranhas que não tiveram filhos e os peitos que não amamentaram”…Porque, se fazem assim no madeiro verde, que será no madeiro seco?». (Lc 23. 27-32)
O pranto das mães de Jerusalém inunda de piedade o caminho de jesus ao calvario aumenta a atrocidade dos que querem condenar jesus e recorda-nos que somos todos filhos: filhos saídos das entranhas de uma mãe. Mas o pranto das mães de Jerusalém é apenas uma pequena gota do rio de lágrimas de todas as mães do mundo; Mães de injustiçados, mães de assassinos, mães de drogados, mães de terroristas, mães de estupradores, mães que sofrem sem pão para os filhos.
Recorda-nos que não devemos desistir da missão que DEUS nos confiou, mesmo quando o desânimo nos abater. Ser mãe também é ser discípulos e mostrar a luz ao mundo, a luz de cristo, deixar que o amor que nasce em cada um de nós possa dar bons frutos de justiça, paz e fraternidade. Se conservarmos a fidelidade a JESUS e ao seu projeto, seremos sempre mães!
O pranto, porém, não consola o mundo, o pranto deve transformar em amor que educa em fortaleza que guia, em severidade que corrige, em diálogo que constrói, em presença que fala!
O pranto deve impedir outros prantos.